O vereador Paulo Cristiano da Cunha, durante o pequeno expediente da sessão de segunda-feira (25), reclamou, novamente, sobre a falta de medicamentos na farmácia municipal. Conforme Cunha, um familiar procurou o estabelecimento com uma lista de doze medicamentos prescritos pelo médico para o controle de doença cardiovascular, mas nenhum deles estava disponível. Outro caso relatado pelo vereador é sobre uma pessoa que realizou um procedimento no Hospital Candelária e necessitou de três medicamentos, sendo que somente um estava disponível. Entre os dois faltantes, frisou Cunha, um deles era paracetamol. Cunha perguntou sobre o que estaria acontecendo na farmácia municipal, pois a cada questionamento ao executivo sobre o assunto, a resposta dada é de que os remédios estão disponíveis ou que logo estarão. "Até quando vai isso?", finalizou. Em aparte, o vereador Marco Antonio Larger falou sobre a lei de sua autoria que prevê que seja fixada no sítio da prefeitura a listagem dos medicamentos disponíveis na farmácia municipal. Com uma lista datada do dia 6 de maio, o Larger salientou que de 99 itens, 59 estavam sinalizados pela cor vermelha, que indica estoque muito baixo. Somente 20 estavam sinalizados com a cor verde, indicando disponibilidade. Também no grande expediente, Larger comentou sobre o assunto e ainda retomou a proposta dada em sessão anterior, quando sugeriu que fosse formada uma comissão de vereadores para ir até o local e verificar a situação.