Curtas da sessão
Curtas da sessão
PUBLICADO EM 31/03/2016 - 00:00
* Sessão de 28 de março- O vereador Celso Gehres solicitou reparos na iluminação pública da Vila Botucaraí, ressaltando o fato de o cidadão pagar uma taxa por esse serviço e, consequentemente, esperar que seja oferecido de forma satisfatória, o que não tem ocorrido. Estendeu o pedido à localidade de Vila Passa Sete. Disse, ainda, que cabe ao executivo fazer contato com as empresas responsáveis pela substituição de postes no município, como Oi, Celetro e AES Sul, para que reestabeleçam a conexão de luz quando realizarem seus serviços. Citou o caso de Santa Cruz do Sul, onde é previsto por lei que a empresas restabeleçam a iluminação ao término do serviço.- Marco Antônio Larger solicitou envio de ofício ao secretário de Obras, para que seja retirado o lixo acumulado no trevo de acesso à rua Daltro Filho. O local, que contém bancos e poderia ser utilizado para o convívio dos moradores, virou um depósito de detritos. Por isso, o vereador sugeriu que uma câmera de monitoramento seja instalada. Também pediu encaminhamento de ofício ao diretor de Trânsito, de forma que seja estudada a possibilidade de serem instalados redutores de velocidade no mesmo local citado anteriormente, pois, segundo Larger, a maioria dos acidentes daquela via acontecem neste trecho. - O vereador Gilvan Moura agradeceu aos organizadores da festa da comunidade Santa Teresinha, realizada na Ponte do Império, parabenizando-os pelo sucesso do evento. Destacou, ainda, a 6ª Chococande, que encerrou no último final de semana. Cumprimentou especialmente Zeni Porto Rehbein e a primeira-dama Gabriela Butzge, bem como os demais responsáveis pela qualidade dos cerca de 700 quilos de chocolate que foram comercializados, além dos itens artesanais, valorizando a produção local. Felicitou, ainda, os produtores de peixe. - Alan Wagner falou sobre uma reportagem que destacava o distrito de Monte Alverne como referência em otorrinolaringologia. Na notícia, de acordo com Wagner, o secretário de Saúde de Santa Cruz dizia que o serviço deverá estar disponível em 30 dias, e que o atendimento quase triplicará o orçamento do hospital. Desta forma, interrogou o prefeito Paulo Butzge se algo foi feito para manter esta unidade em Candelária.- A vereadora Cristina Rohde pediu ao secretário de Obras, presente na sessão, a recuperação urgente do corredor aos fundos da escola Cristo Rei, na Vila União. Disse que o pedido foi feito por Fabrícia Marcos, pois os filhos da candelariense, bem como outros estudantes, estão há algum tempo sem transporte escolar e, por isso, precisam dormir em conhecidos que residem próximo à escola. Solicitou também a recuperação de uma ponte na Linha Travessão, já que os moradores não conseguem passar no local, além do conserto das pontes pênsil em arroio na Linha Travessão e no arroio do Salso, próximo ao Salão Rohde. Cristina argumentou que as pontes são muito utilizadas pelos moradores, mas, devido às últimas enchentes, ficaram deterioradas. - Cristiano Becker comentou que no dia 18 de março de 1986, há 30 anos, surgia no município a Folha de Candelária. Disse que esta empresa e as demais instaladas na cidade são motivos de orgulho. Sobre a Folha, falou que o desenvolvimento de Candelária está atrelado à história deste jornal impresso. O vereador também citou outra empresa: a farmácia Kaercher/Agafarma, fundada em 30 de março de 1940 e, sendo assim, completou nesta quarta-feira 76 anos de existência. Por isso, pediu envio de ofício à direção e colaboradores, felicitando pela persistência e força. - O vereador Paulo Roberto da Silva pediu envio de ofício ao secretário de Obras, com cópia ao prefeito, para que sejam tomadas providências no Faxinal dos Porto, Sanga Funda, Corredor do Tuta Stoll, onde não há condições de trafegabilidade e o transporte coletivo não irá mais realizar o trajeto, e Corredor dos Barros. Falou, ainda, que no Corredor dos Pires foi construída uma ponte em 2006 e em setembro do ano passado foi desmanchada para melhorias, mas, até hoje, não foi recuperada. Disse que o fato dificulta a passagem dos moradores, bem como dos produtores que precisam transportar lenha.

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