A
Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga as circunstâncias da
demolição do antigo prédio do Centro de Referência de Assistência Social
(CRAS), no bairro Ewaldo Prass, em Candelária, realizou, na quinta-feira, dia
22 de outubro, a terceira etapa de oitivas, no Plenário 7 de Julho da Câmara de
Vereadores.
A reunião
contou com a presença dos cinco integrantes da comissão: o presidente, vereador
Jair Joel Radtke; o relator, vereador Ismael Soares; e os vereadores Cezar
Pohlmann, Ginevra Haubert da Silveira e Márcio Bataioli.
Durante
os trabalhos, foi ouvida a professora municipal aposentada Cláudia Freitas da
Silva, única testemunha presente. As testemunhas Carlos André Montiel e Daniela
Baierle Beskow justificaram suas ausências, e a Comissão decidiu encaminhar os
questionamentos por escrito, para que respondam pelo mesmo meio.
A
investigada Alexandra Bini, secretária municipal de Assistência Social e
Habitação, apresentou atestado médico para justificar sua ausência. O prefeito
municipal, Nestor Rubem Ellwanger, também havia sido convidado a comparecer à
reunião, mas não esteve presente.
Diante
das ausências, a CPI definiu que os questionamentos destinados à secretária e
ao prefeito serão encaminhados por escrito, para que ambos possam apresentar
suas respostas. O mesmo procedimento será adotado para as duas testemunhas
ausentes. Após o recebimento das respostas das testemunhas, as defesas dos
investigados poderão apresentar perguntas complementares, garantindo o direito
ao contraditório e à ampla defesa.
A CPI foi
instituída pela Portaria nº 54/2026 e tem como objetivo apurar as
circunstâncias relacionadas à demolição do antigo prédio do CRAS. Os
depoimentos e demais registros da reunião integram os autos da investigação.




